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Antes de mais nada, devo confessar que não
sou de Antonina e muito menos de Morretes. Nem ao menos sou paranaense.
Paulista de Presidente Epitácio, minha ligação, ou
melhor dizendo, minha paixão pelo Barreado aconteceu de forma ocasional.
Foi o que se pode chamar de "amor à primeira garfada".
Estava ainda no primeiro ano do curso de jornalismo da Universidade
Federal do Paraná quando fui convidado para fazer parte da equipe
de criação e arte do Senac-PR, em Curitiba. Isto em 1972.
Foi quando tomei conhecimento da existência do Barreado.
Já participava da pesquisa e desenvolvimento da campanha nacional
de divulgação quando fui apresentado ao prato. Achava que
era mais uma comida típica entre tantas que provei, mas acabei me
apaixonando pelo resto da vida. Quando faço Barreado em minha casa,
como dias a fio -- no café, no almoço e no jantar. Sinceramente,
não tenho apetite para outra coisa.
As informações disponibilizadas neste web site são
resultantes de ampla pesquisa sobre a história, receita e folclore
em torno do Barreado, incluindo entrevistas com cozinheiras das cidades
de Antonina e Morretes, no litoral do Paraná. |

Também é resultado da experimentação ao longo
de anos. Se ficou alguma dúvida ou algo que queira contestar, estou
ao inteiro dispor em: avelar@torque.com.br.
Aproveito a oportunidade para convidá-lo a visitar outros web sites
desenvolvidos pela equipe da Torque Com. Internet: Banca Taí,
A Notícia e coluna semanal de minha autoria
Espaço Virtual
Atenciosamente,
Avelar Lívio dos Santos |